Que Nada!!!

Um Blog sem noção para pessoas de fino trato!

30 de setembro de 2009

Trocando as bolas e “As gangues do Rio”

Marcelo Rezende

O rei trocou as bolas

O rei trocou as bolas

Na manhã dessa quarta feira, durante entrevista coletiva em Copenhague, se tornando o centro das atenções na comitiva da candidatura do Rio de Janeiro para os jogos de 2016, o rei do futebol Pelé trocou as bolas ao chamar o rei do basquetebol americano, Michael Jordan de Michael Jackson.

‘Eu não sei por que o Michael Jackson… opa, o Michael Jordan’, corrigiu em meio a gargalhadas dele mesmo, e dos jornalistas.

É…  Depois era o Garrincha o atrapalhado.  Imagino o inverso. Michael Jordan mandando aquele abraço pro Jamelão, ops, Pelé.

E falando em Olímpiadas de 2016, na revista americana The New Yorker, o jornalista Jon Lee Anderson chamou o Rio de Janeiro de “Terra de Gangues” mostrando os problemas de segurança pública da capital fluminense às vésperas da escolha da sede dos Jogos Olímpicos.  Vale lembrar que na última avaliação o Conselho Olímpico Internacional emitiu um alerta ao Rio de Janeiro quanto a esse problema.

O Rio está competindo com Chicago, Madri e Tóquio para receber os Jogos de 2016 e o Comitê Olímpico Internacional irá anunciar nesta sexta-feira, em Copenhague, a cidade eleita.

criado por marcblues72    13:00 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , ,

28 de setembro de 2009

O ministro está seguro!

O Ministro do meio ambiente, Carlos Minc já pode vir a Mato Grosso do Sul sem a preocupação de ser estuprado em praça pública! A estilista Angela Missoni lançou nesse domingo, durante um desfile em MIlão, um apito anti estupro.

Minc pode vir tranquilo pra MS. Seus problemas acabaram!

Saiba mais:
http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI4006462-EI1119,00-Missoni+lanca+apito+antiestupro+na+passarela+de+Milao.html

criado por marcblues72    10:20 — Arquivado em: Sem categoria

27 de setembro de 2009

Análise da semana

Marcelo Rezende

Essa semana foi punk. Na terça feira por pouco não morri num acidente onde não tive nenhuma culpa. Depois correria. Episódio Puccinelli X Minc. Explosões, musicalmente novos horizontes, jornalisticamente algumas boas notícias e finalmente a certeza que estar vivo ainda é o melhor negócio.

Hoje no almoço entre amigos decidi fazer a tarde musica brasileira. Caí no Barão Vermelho e Cazuza. Essa música é atual como munca. Valeu Cazuza!

O Tempo Não Pára

Composição: Cazuza / Arnaldo Brandão

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

criado por marcblues72    15:51 — Arquivado em: Sem categoria

26 de setembro de 2009

O Dilema de José Serra e do PSDB

Jonas Trali

Por mais que digam que o picolé de chuchu, Geraldo Alckmin, forçou sua candidatura para a presidência da república em 2006, o fato é que José Serra havia percebido que Lula não caira como pensavam que cairia por conta dos escândalos do mensalão e sentiu que não ganharia aquela eleição. Mas e hoje? Hoje Serra começa a ver que o barco está afundando mais uma vez. Parece que o bico do tucano pesou de novo. Mesmo sendo o nome de destaque nas pesquisas em que vem se mantendo na ponta, ele continua caindo e hoje conta com apenas 34% das intenções de voto (já teve quase 50%). Isso leva a crer que possivelmente José Serra não irá abandonar o comando no governo de São Paulo e se candidatar a um cargo de presidente da república numa eleição que está se tornando cada vez mais incerta. Vão empurrar o Aécio? O problema para o PSDB é que o Aécio não aguenta a Dilma. A não ser que aconteça um tsunami para os lados do Planalto nos próximos doze meses, coisa também improvável. Então vejamos: se o Serra não vai e o Aécio não ganha, Dilma possivelmente (sendo a candidata do governo) subirá a rampa do Planalto para tomar a posse em janeiro de 2011, deixando, assim, a oposição sem previsões de tirar o cargo do PT, já que, mesmo com um mal-sucedido governo Dilma, Lula poderia voltar em 2014. E se Dilma vinga como presidente, Lula pode voltar em 2018 e ocupar o cargo até 2026. Ou seja, acabaria com a oposição. Praticamente uma geração inteira de postulantes ao cargo de presidente seria varrida do mapa brasilis.

Consta nos blogs da vida que a cúpula do PSDB, ao ser informada sobre a última pesquisa CNI/Ibope, se reuniu em caráter de urgência com o presidente do Ibope Carlos Augusto Montenegro para tentar saber o que estava acontecendo. A partir dessa reunião algumas decisões foram tomadas para garantir a vitória em 2010. E para garantir que a vitória não escape, o PSDB quer que Serra desça do muro, assuma de vez que é candidato, apareça em programas do PSDB a partir de outubro e em novembro começará uma campanha para a desconstrução da imagem de Dilma – imagem essa que ela ainda nem tem, diga-se.

O PSDB está vivendo momentos decisivos e nada saborosos, já que se Serra fica no governo e Aécio sai candidato à presidência o picolé de chuchu, Geraldo Alckmin, que já estava contando ser governador do maior estado do país, fica de novo sem ter para onde ir. Ou seja, mais um dilema.

Mesmo tentando resolver o problema, verificamos que ele está cada vez ficando maior, por exemplo: fosse eu da cúpula do PSDB arriscaria no partido e não nos homens. Lançaria Serra como candidato à presidente, já que o governo de São Paulo está quase garantido nas mãos de Alckmin.

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, no entanto, os partidos são constituídos de seres humanos e o fato é que Serra, que ainda insiste na ideia de que Geraldo Alckmin se impôs demais em 2006, não quererá ver mais uma vez o capricho deste triunfar. A razão também é simples: Serra perdendo a presidência em 2010, Alckmin ganhando o governo de São Paulo e Aécio provavelmente se elegendo senador, quem fica sem ter para onde ir é justamente o nome de maior destaque entre os tucanos nos dias atuais, José Serra.Haja estratégia, haja marqueteiro, haja munição.

Doravante veremos os desdobramentos de um episódio da política nacional cujos contornos já estão ganhando ares de decadência, porque a situação está difícil, muito difícil, muito mais que muito difícil.

criado por marcblues72    17:33 — Arquivado em: Política

25 de setembro de 2009

YES NÓIS PODE!

Marcelo Rezende

E o PT contratou nada mais, nada menos que Ben Self pra ser o marqueteiro da campanha presidencial de 2010! É o camarada do “Yes we can!”. Pra quem ainda não se ligou, ele encabeçou a campanha de Barack Obama. Grana não deve ser problema pro partido, já que uma campanha dessa não se paga com dinheiro de pinga. Em entrevista ao site Terra, Self confirmou “Estamos trabalhando com o partido agora a fim de ajudar a fazer planos para a próxima eleição presidencial.”. Será que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef tá bonita na fita?

É… nóis pode!

Quer saber mais

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI3996893-EI7896,00-Marqueteiro+de+Obama+confirma+trabalho+com+o+PT+para.html

criado por marcblues72    10:40 — Arquivado em: Sem categoria

23 de setembro de 2009

Honduras - Por uma mínima moralidade

Jonas Trali

Segundo dizem os defensores do golpe em Honduras, o presidente Manoel Zelaya atentou contra a constituição do país ao prorpor mudanças na…? constituição. E há, em diversas partes do globo terrestre, mentes que concordam com essa tese. Absurdo, obviamente. Atentado contra a constituição seria impor uma lei que fosse de encontro a ela, não a proposta de um referendo que permitisse sua mudança.
Sem me estender demais, digo que o abrigo da embaixada brasileira a Zelaya foi um golpe de mestre. Por que? Porque o assunto já estava esmorecendo. Um golpe (de novo, não) já estava se estabilizando na América Latina e poderia, sim, evidentemente, dar margem para a aplicação de outros mais. O Brasil não permitiu que isso acontecesse, mesmo que isso aconteça (sei que entenderam), uma vez que conseguiu fazer com que a polêmica em torno do tema se reacendesse e que o mundo pudesse voltar novamente os olhos para aquele país. No momento, mesmo que o golpe se consume, encontra-se diante de um dilema de grandes proporções e o presidente de fato de Honduras, Roberto Micheletti, não poderá tomar decisões muito mais arbitrárias do que as que já esta tomando, pois sabe que seu país está sob a intensidade de milhares de holofotes. Podemos criticar Zelaya; o golpe? Sim, podemos. Mas não podemos nos deixar levar pelo discurso fácil da mídia e criticarmos uma atitude corajosa do Brasil que busca, pura e simplesmente, restabelecer ao poder um presidente legitimamente eleito pelo povo e que somente pelo povo poderia ter sido deposto.

criado por marcblues72    19:33 — Arquivado em: Sem categoria

Em boca fechada não entra mosca…

Marcelo Rezende

Ontem Mato Grosso do Sul foi notícia em toda mídia brasileira. Dessa vez a “manchete” não foi apreensão de drogas, aparição de animais silvestres em vias públicas ou conflitos de fazendeiros com  o movimento dos sem terra. O governador André Puccinelli proferiu ofensas ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Os termos chulos do governador: “viado” e “maconheiro” estamparam sites, jornais e rendeu até Jornal Nacional.

Não é nenhuma novidade Puccinelli falar mais do que deve e, porteriormente, virar notícia. Já tratou a cena política do estado como “Motel Político”, mandou a PM “atirar em qualquer suspeito” e tantas outras falas polêmicas que nem vale a pena ficar lembrando aqui.

Mais lamentável ainda é ver o governador convocar entrevista coletiva pra tentar justificar o injustificável. Puccinelli disse que as declarações foram dadas em tom de brincadeira e que também não quis ofender os homossexuais. Brincadeira sem graça, convenhamos.

Hoje ao sentar aqui a frente do computador fiquei pensando, pensando e acho que não tenho muito o que escrever. Espero de coração que o governador brinque menos e trabalhe mais. Que seu autoritarismo e falta de decoro divulgado em toda mídia sirva pelo menos para que ele coloque a mão na consciência e pense duas vezes antes de sair falando o que quer.

Fica  aí uma frase do grande pacifista Mahatma Ghandi que falará por mim e por todos aqueles que não compactuam com a política das falácias vazias e descabidas:

“Aqueles que têm um grande autocontrole, ou que estão totalmente absortos no trabalho, falam pouco. Palavra e ação juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio.”

criado por marcblues72    11:37 — Arquivado em: Sem categoria

21 de setembro de 2009

Tem coisas que não mudam com o passar dos anos.

Marcelo Rezende

Uma charge é muito mais que um simples desenho. Para sacar uma charge é necessário o conhecimento de um conjunto de dados e fatos contemporâneos ao momento específico de um determinado acontecimento, isso para que role uma relação discursiva entre o produtor e o receptor da charge.  É preciso estar antenado ao que se passa no país e no mundo, para que esse pequeno quadrinho passe a mensagem de forma satisfatória. Arnaldo Angelí Filho é um gênio nessa arte. Chargista precoce começou trabalhando aos 14 anos na revista Senhor. Em 1983 criou a revista “Chiclete com Banana”, a maior contribuição aos quadrinhos adultos brasileiros até hoje. Com personagens imortais como Rê Bordosa, Bob Cuspe, Wood & Stock entre outros, a “Chiclete” chegou a 110 mil exemplares vendidos numa única edição . Hoje, Angelí trabalha na Folha de São Paulo onde nos brinda com charges geniais. Essa que estou reproduzindo aqui no blog foi uma homenagem ao dia das mães publicada na Folha de São Paulo em 09 de Maio de 1993. Passados dezesseis anos a tira é tão atual que poderia ser publicada em qualquer jornal na data de hoje. Algumas figuras da “cena política” mudaram, outras permanecerão por aí por muito tempo. Certas coisas não mudam nunca. Ainda bem que temos o Angelí pra tirar onda de tudo isso.

criado por marcblues72    11:22 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, , ,

18 de setembro de 2009

Paulo Francis faz falta…

Marcelo Rezende

Eu confesso. Sou fã do Paulo Francis. Eu ainda era um moleque que não entendia muito bem como o mundo funcionava, mas quando ele aparecia na TV eu parava tudo que estava fazendo pra ver aquela figura com jeito peculiar de apresentar  seus comentários. A voz arrastada e gravíssima, quase um bêbado de fim de noite.  Aquilo fazia minha cabeça. Pra um moleque curioso aquilo era o grande momento da televisão brasileira. Francis foi genial. Tinha textos ácidos. Ousou no Pasquim e escreveu “Um homem chamado porcaria” uma singela homenagem a nada mais nada menos que Roberto Marinho. Francis foi da esquerda, foi elitista e acabou seus dias em Nova Iorque (lugar que ele amava) trabalhando pra Rede Globo do “homem chamado porcaria”.

Comentando uma prisão ocorrida no regime militar Francis atestava a pouca inteligência do militar que o interrogava. Questionado quanto a assinaturas em uma “monção” ele negava ininterruptamente. Até que já sem paciência com o interrogatório interminável, fechou com maestria a parola:

“Meu senhor. Não assinei nenhuma monção. Monção é um fenômeno pluviométrico. Eu assinei uma moção!”

Esse era o Paulo Francis. De alguma forma me influenciou a gostar tanto de jornalismo. Fica aqui a homenagem ao homem que muitos odiaram, alguns amaram, mas que com certeza era um grande diferencial no jornalismo brasileiro.

Francis trabalhando

criado por marcblues72    11:44 — Arquivado em: Sem categoria

16 de setembro de 2009

Política ó Política!

Marcelo Rezende

De 10 a 13 de Setembro de 2009 aconteceu no Shopping Campo Grande a Semana de combate ao câncer de intestino, um assunto muito sério, porém ao ver as fotos do evento não pude deixar de dar boas risadas ao notar as autoridades de MS

Autoridades saindo do "intestinão".

Autoridades saindo do "intestinão". Foto de Weder Paes

saindo do “intestino gigante” que lá se encontrava exposto para os visitantes. Como pra bom entendedor uma vírgula é frase inteira segue aí a foto para todos que quiserem ver. É de autoria do acadêmico Weder Paes do curso de jornalismo da Anhanguera Uniderp, ele sequer se deu conta de ter tirado uma foto digna dos tempos áureos de Pasquim. Na minha opinião ficou genial. Parabéns ao Weder, que mesmo sem ter a intenção me proporcionou uma tarde de risadas.  Espero que para vocês também!

criado por marcblues72    13:32 — Arquivado em: Sem categoria
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